Fátima Serrador

Dicas para piquenicar com estilo

Está cada vez mais na moda piquenicar. Um hábito que até era comum no passado mas que caiu em desuso, muito por preconceito. “Só os pobres levam farnel de casa para comer em casa”, dizia-se. Mas com os novos parques em Lisboa e maior afluência e influência turística, as atitudes estão a mudar. É ver famílias inteiras em Belém ou no novo jardim da Ribeira das Naus, em Lisboa, de manta estendida e alegres da vida. Só que, hoje em dia, a quantidade de utensílios é tal que é preciso uma lista para que nada falte. Eu ajudo:

  • Prepare tudo de acordo com o ambiente. Na praia, a toalha tem que ser grande o suficiente para afastar a areia. No campo ela tem que ser mais grossa para absorver a humidade da relva e da terra. Uma boa solução é levar uma capa impermeável. Se tiver espaço no carro, leve umas almofadas que dão jeito para as pernas e o rabo não ficarem cansados.
  • Tenha uma caixa apropriada. Existem milhares de formas e estilos. É preferível do que espalhar objetos por sacos e mochilas. Há-de sempre se esquecer de algo.
  • Faça uma lista: pratos; guardanapos; utensílios de plástico que, se possível, deve evitar; um saca rolhas; copos; saco para o lixo. Está tudo? Volte a verificar.
  • Prepara-se para o clima. Vento, orvalho, alguns chuviscos até. Leve guarda sol para todos, ou guarda chuva, ou casacos caso o regresso a casa seja tardio.
  • Leve entretenimento. Na maioria das vezes esquecemo-nos destes pormenores. Um jogo de tabuleiro, cartas, frisbees, bolas, raquetes… qualquer coisa que evite de olhar para o telemóvel que, escusado será dizer, deve desligar ou colocar no silêncio. É tempo de conviver!
  • Vá com estilo e ajude o ambiente. Uma boa forma de ajudar o ambiente é evitar utilizar objetos descartáveis. Opte por levar peças vintage. Aqueles pratos metálicos? Sim, são lindos e conferem uma atmosfera eclética ao seu piquenique. E há talheres de madeira, por exemplo.

*decoradora de interiores

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