A saúde na guerra em debate no Celeiro

Durante a primeira guerra mundial morreram mais de 18 milhões de pessoas. Cerca de 23 milhões ficaram feridas. Portugal perdeu dez mil cidadãos que combateram nas trincheiras ao lado dos aliados. O conflito, o sexto mais mortal da história da humanidade, marcou a mudança do planeta e de uma era. De um mundo com impérios colonialistas para um outro cheio de totalitarismo, como Salazar e Hitler. Mas foi também uma fase que trouxe enormes mudanças e melhoramentos tecnológicos. Curas para doenças, melhores materiais de proteção do corpo, vacinas, alimentos guardados em latas comestíveis por muitos anos, e a massificação dos preservativos, que já eram usados, foram distribuídos aos milhares entre os soldados para proteção contra doenças venéreas. A cirurgia plástica para reconstruir partes dos corpo danificadas ou a psicoterapia para restaurar a sanidade mental foram outras das áreas médicas alvo de transformações. É sobre tudo isto e muito mais que se irá falar no encontro que decorre esta sexta-feira, 16 de fevereiro, no Celeiro da Patriarcal, em Vila Franca de Xira, a partir das 18h30. A conferência termina um ciclo de debates que decorreram naquele espaço no âmbito da exposição “Outros Olhares sobre a Grande Guerra” que encerra este fim de semana. Estarão presentes Ana Paula Freitas, professora na secundária Reynaldo dos Santos; Assunção Júdice, da Casa Reynaldo dos Santos e Irene Quilhó dos Santos; e Fernando Bívar, do Instituto Oftalmológico Dr. Gama Pinto. A moderar a conversa Adelaide Cruz e Maria João Martinho, do Museu Municipal de Vila Franca de Xira. Esta e outras sugestões para o teu tempo livre na agenda de eventos da gira aqui ou no menu em cima.

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